Principal Vintage Azeite Virgem Extra (Cx 6 – 0,750 L)

228,00 

Azeite complexo, frutado de azeitona verde e madura, ligeira a medianamente amargo e picante, com notas marcadas de verde folha de oliveira, erva fresca e giesta e de outros frutos, nomeadamente maçã, amêndoa, tomate e banana verde, atributos que permitem uma utilização gastronómica diversificada. Bastante persistente na boca.
Capacidade 6 x 75 cl /garrafa
Embalagem
Caixa em madeira, personalizada e selada. Garrafas embrulhadas individualmente em papel de seda, cada uma acompanhada de pequeno livro sobre o produto e vertedor entregue em caixa individual personalizada.

Descrição

Ficha Técnica

CASTAS

Galega, Cobrançosa, Picual, Arbequina, Cornicabra

ACIDEZ MÁXIMA

0,2%

CONSERVAÇÃO

O azeite virgem extra deve ser guardado ao abrigo da luz, em local fresco e sem a vizinhança de produtos com cheiros e aromas intensos. Qualquer turvação que surja, por abaixamento de temperatura, é absolutamente natural e não constitui defeito num azeite virgem extra. Nunca o aqueça para derreter.

GALEGA
Durante muito tempo, foi a variedade mais disseminada no nosso país. Exclusivamente portuguesa, produz frutos pequenos, com rendimentos relativamente baixos em azeite. Os azeites são, de um modo geral, espessos na boca, muito doces, com frutado ligeiro e notas suaves de verde folha e marcadas de maçã madura e, também, de frutos secos.

COBRANÇOSA
A Cobrançosa, originária de Trás-os-Montes, apresenta bons rendimentos em azeite, da ordem de 18 a 22%, e os azeites a que dá origem, ricos em polifenóis, são bastante resistentes à oxidação e equilibrados em termos de frutado, doce, amargo e picante, com notas acentuadas de verde erva, mas também de maçã verde e amêndoa.

PICUAL
Natural do sul de Espanha, origina frutos, com elevados rendimentos em azeite (>22%), e os azeites, ricos em polifenóis e ácido oleico e, por isso, muito estáveis, são bastante complexos com frutado intenso verde, amargos e picantes, e notas marcadas de verde erva e giesta, maçã verde e frutos secos.

ARBEQUINA
Foi introduzida na Europa, vinda da Palestina, no século XVII, pelo Duque de Medinaceli. O seu nome deriva da povoação Arbeca, na região catalã Les Garrigues. Frutos pequenos, com tons de amarelo a castanho-escuro, bastante aromáticos, dão origem a azeites pouco estáveis, muito suaves, com notas marcadas de tomate fresco.

CORNICABRA
Originária de Mora, em Toledo, o seu nome advém dos frutos e, principalmente, dos caroços apresentarem a forma de chifre de cabra. Bom rendimento em azeites (19%) que são ricos em ácido oleico, estáveis e complexos, doces, amargos e picantes, com notas de verde folha, amendoados e com sabor a banana e, por vezes, abacate.

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